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Câmeras portáteis foram usadas por policiais militares em Copacabana nas festas de fim de ano.

 Agentes que atuam na Operação Lei Seca também estarão com o equipamento. Objetivo é garantir a transparência das ações e aumentar a segurança para os agentes e a população

As câmeras operacionais portáteis adquiridas pelo Governo do Estado para as forças de segurança pública, fiscalização, licenciamento e Defesa Civil começam a ser usadas hoje. O primeiro grande teste do equipamento será feito em Copacabana, bairro que nesse período recebe grande quantidade de turistas. Policiais militares que fazem as abordagens aos motoristas nas blitzes da Operação Lei Seca também estarão com o equipamento acoplado aos coletes.

A aquisição das 21.571 câmeras corporais foi a maior licitação já feita no país desse tipo de equipamento e faz parte do Programa Estadual de Transparência em Ações de Segurança Pública, Defesa Civil, Licenciamento e Fiscalização. Além de proteger os servidores em casos de falsas acusações, o uso do equipamento vai aumentar a transparência e a fiscalização das ações policiais.

- A utilização das câmeras portáteis é um salto tecnológico na segurança pública do nosso estado, e tenho muito orgulho desse avanço, que vai proporcionar melhor qualidade do serviço prestado à população. Começamos por Copacabana; aos poucos nossos policiais terão a curva de aprendizagem necessária para que essa tecnologia também seja usada em operações de mais risco. As outras secretarias e órgãos de fiscalização e Defesa Civil que participam desse programa também estão estabelecendo o cronograma de implantação das câmeras portáteis - disse Cláudio Castro.

- O emprego das câmeras portáteis já faz parte do escopo de treinamento da Corporação para que todos estejam capacitados a utilizá-las. Esse equipamento dará mais proteção às nossas ações e segurança jurídica aos policiais que estão na linha de frente - explicou o secretário de Polícia Militar, coronel Luiz Henrique Marinho Pires.

- A implantação das câmeras promove ainda mais a transparência da Operação Lei Seca, protegendo a população e os agentes públicos – acrescentou o superintendente da Operação Lei Seca, tenente-coronel Fábio Pinho.

Coordenada pela Secretaria de Estado da Casa Civil, a licitação levou em conta o menor preço unitário por item. A vencedora foi a L8 Group, empresa curitibana especializada em desenvolvimento de tecnologia para cidades inteligentes e cibersegurança, que apresentou a proposta de R$ 296 por unidade. O pregão eletrônico foi realizado no dia 21 de setembro e conseguiu alcançar um valor 70% mais baixo do que a média estimada na pesquisa de preços.

Para ter acesso ao equipamento, o agente vai até uma central de recarga e armazenamento de imagens, onde é feita a leitura facial. Um compartimento se abre e a câmera portátil é retirada e colocada no uniforme do agente. A gravação se inicia automaticamente quando o equipamento é liberado, e a câmera filma 12 horas seguidas. As imagens geradas são passadas para uma nuvem e podem ficar armazenadas por até um ano. As câmeras não permitem edição e nem manipulação de imagens.

Treze órgãos participam desse programa: Polícia Militar, Polícia Civil, Defesa Civil, Operação Segurança Presente (Secretaria de Governo), Lei Seca (Secretaria de Governo), Operação Foco (Casa Civil), fiscais da Secretaria de Fazenda, Detran, Procon, Instituto de Pesos e Medidas, Departamento de Recursos Minerais, Instituto Estadual do Ambiente e Detro.

Créditos: Divulgação / Secretaria de Estado de Polícia Militar.

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Via: Núcleo de Imprensa do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Redação: Radio e Jornal A Voz do Povo.
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Direção: Jornalista Marcio Carvalho.

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